quarta-feira, 10 de julho de 2013

ORAÇÃO DA "AVE MARIA" EM VÁRIAS LÍNGUAS

Alemão
Gegrüßet seist du Maria, voll der Gnade. Der Herr ist mit Dir. Du bist gesegnet unter den Frauen und gesegnet ist die Frucht Deines Leibes Jesu. Heilige Maria, Mutter Gottes, bitte für uns ...Sünder jetzt und in der Stunde unseres Todes.

Espanhol
Dios te salve, María. Llena eres de gracia: El Señor es contigo. Bendita tú eres entre todas las mujeres. Y bendito es el fruto de tu vientre: Jesús. Santa María, Madre de Dios, ruega por nosotros pecadores, ahora y en la hora de nuestra muerte.

Francês
Je vous salue, Marie, pleine de grâces, le Seigneur est avec vous; vous êtes bénie entre toutes les femmes, et Jésus le fruit de vos entrailles, est béni. Sainte Marie, Mère de Dieu, priez pour nous pécheurs, maintenant, et à l'heure de notre mort.

Inglês
Hail Mary, full of grace. The Lord is with thee. Blessed art thou amongst women, And blessed is the fruit of thy womb, Jesus. Holy Mary, Mother of God, Pray for us sinners, Now and at the hour of our death.

Italiano
Ave, o Maria, piena di grazia, il Signore è con te. Tu sei benedetta fra le donne e benedetto è il frutto del tuo seno, Gesù. Santa Maria, Madre di Dio, prega per noi peccatoti, adesso e nell'ora della nostra morte.

Latim
Ave María, grátia plena, Dóminus tecum. Benedícta tu in muliéribus, et benedíctus fructus ventris tui, Iesus. Sancta María, Mater Dei, ora pro nobis peccatóribus, nunc, et in hora mortis nostræ.

Português
Ave-Maria, cheia de graça
O Senhor é convosco
Bendita sois vós entre as mulheres
E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus!
Santa Maria,
Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores
Agora e na hora de nossa morte. Amém.

Tupi
Ave Maria,
Ine puranga rete,
yane Yara u iku ne iruma,
yumumeu katu ine amuita kunha pyry I
yumumeu katu ne memyra Jesus.
Santa Maria,
Tupana manha,
re yurure yane puxiwera rese,
kuhyry I ya manu rame.
Yawe-te.

terça-feira, 9 de julho de 2013

ORAÇÃO DE LOUVOR A DEUS

"Tu és o santo Senhor Deus único, que fazes maravilhas.
Tu és o forte, Tu és o grande, Tu és o altíssimo,
Tu és o rei onipotente, Tu, Pai santo, o rei do céu e da terra.
Tu és o trino e uno, Senhor Deus dos deuses;
... Tu és o bem, o sumo bem, Senhor Deus vivo e verdadeiro.
Tu és o amor, a caridade; Tu és a sabedoria, Tu és a humildade,
Tu és a paciência, Tu és a beleza, Tu és a mansidão;
Tu és o protetor; Tu és a força, Tu és o refrigério.
Tu és a nossa esperança, Tu és a nossa fé, Tu és a nossa caridade, Tu és toda a nossa doçura, Tu és a nossa vida eterna;
Grande e admirável Senhor, Deus onipotente, Misericordioso Salvador".
 
São Francisco de Assis
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PUBLICAÇÃO DA ENCÍCLICA "LUMEN FIDEI" (LUZ DA FÉ) DO PAPA FRANCISCO

Cidade do Vaticano (RV) – Foi apresentada, na manhã desta sexta-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, a primeira Encíclica do Papa Francisco, intitulada Lumen fidei (“Lu...z da fé”).

A nova Encíclica foi apresentada pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos, por Dom Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e por Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

Esta primeira Encíclica é publicada pela Livraria Editora Vaticana e pela Editora São Paulo, com comentários de Dom Rino Fisichella, organizador dos eventos do Ano da Fé, e por Giuliano Vigini, escritor e docente em sociologia na Universidade Católica de Milão.

A Encíclica “Luz da Fé” foi iniciada por Bento XVI e levada adiante e concluída, com acréscimos, pelo Papa Bergoglio. Trata-se de um documento, disponível em seis línguas, entre as quais o português, com 94 páginas e dividida em quatro capítulos, além da introdução e da conclusão.

A Carta Encíclica sobre a Fé é dirigida aos Bispos, Presbíteros, Diáconos, Pessoas consagradas e a todos os fiéis Leigos. O documento, que havia sido quase completado por Bento XVI, foi assinado pelo Papa Francisco.

O objetivo da Carta Encíclica é retomar o caráter de luz, próprio da fé, capaz de iluminar toda a existência humana. Em resumo, podemos dizer que “aquele que crê jamais está sozinho, porque a fé é um bem comum que ajuda a edificar as nossas sociedades, dando-lhes esperança.

Em uma época, como a moderna, escreve o Papa, na qual “crer se opõe à pesquisa” e a fé é vista como um pulo no vazio, que impede a liberdade do homem, é importante “ter confiança”, com humildade e coragem, no amor misericordioso de Deus, que endireita as sinuosidades da nossa história.

Jesus é a testemunha crível da fé. Através dele, Deus atua realmente na história. Como na vida de cada dia, nós confiamos no arquiteto, no farmacêutico, no advogado, que conhecem melhor as coisas, assim, mediante a fé, confiamos em Jesus, perito nas coisas divinas.

A fé, sem a verdade, não salva, diz o Pontífice, mas permanece como uma linda fábula, sobretudo hoje, em que se passa por uma crise da verdade, porque acreditamos somente na tecnologia ou nas verdades de uma pessoa, porque tememos o fanatismo e preferimos o relativismo.

Pelo contrário, a fé não é intransigente; aquele que crê não é arrogante. A verdade, que deriva do amor de Deus, não se impõe com a violência, não espezinha o homem, mas torna possível o diálogo entre a fé e a razão.

Logo, o essencial, é a evangelização: a luz de Jesus brilha no rosto dos cristãos e se transmite de geração em geração, através das testemunhas da fé. Deste modo, a fé é transmitida mediante os Sacramentos, como o Batismo e a Eucaristia, como também pela fé da oração do Creio e do Pai Nosso, que envolvem o cristão nas verdades que professa e o levam a ver com os olhos de Cristo. Eis porque “a fé é una” e a “unidade da fé é a unidade da Igreja”.

É importante também a ligação entre “acreditar e construir” o bem comum, escreve o Papa: a fé reconfirma os vínculos entre os homens e se coloca a serviço da justiça, do direito e da paz. Ela não nos distancia do mundo, pelo contrário, se a eliminarmos das nossas cidades, permanecemos unidos apenas pelo temor e por meros interesses.

Crer, ao invés, ilumina a família, fundada no matrimônio entre o homem e a mulher; ilumina o mundo dos jovens, que desejam uma vida superior; ilumina a natureza e nos ajuda a respeitá-la, para “encontrar modelos de desenvolvimento, que não se baseiam somente na utilidade ou no lucro, mas consideram a criação como dom”.

O sofrimento e a morte também têm sentido com a confiança em Deus: o Senhor dá, ao homem que sofre, um raciocínio para explicar tudo, mas lhe oferece também a sua presença, que o acompanha.

Por fim, na sua Carta Encíclica “Luz da fé”, o Santo Padre exorta: “Não deixemos roubar a nossa esperança; não permitamos que ela seja inutilizada por soluções e propostas imediatas, que bloqueiam o nosso caminho rumo a Deus”. (MT)


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quinta-feira, 4 de julho de 2013

SER FRANCISCANO: A BELEZA DE UM TESOURO ENCONTRADO!

Frei Nilo Agostini, ofm

"A postura franciscana, em seu modo próprio de ser, é marcada essencialmente pela relação. A 'graça de ter irmãos' aponta para uma categoria fundamental de forma ...de vida franciscana. Ser irmão, vivendo em Fraternidade e a partir dela, nos leva a cultivar o nosso modo de vida, dando-lhe profundidade e qualidade. Ser irmão menor constitui-se na sua definição essencial".

A foto: Encontro de líderes religiosos, em 2011, com o Papa Bento XVI, por ocasião dos 25 anos do Encontro de Assis, convocado inicialmente em 1986 pelo Papa João Paulo II. Este tipo de encontro passou a ser nomeado de "Espírito de Assis".

quarta-feira, 3 de julho de 2013

PATRIOTISMO OU NACIONALISMO?

"Patriotismo é quando o amor por seu próprio povo vem primeiro; nacionalismo, quando o ódio pelos demais povos vem primeiro".

Charles de Gaulle

segunda-feira, 1 de julho de 2013

POLÍTICOS DISTANTES DO POVO

Frei Nilo Agostini, ofm

O modo de fazer e viver a política no Brasil não pode ser mais o mesmo. Repetir o passado, até recente, significa mergulhar nas desventuras de um modo de proceder encharcado de malfeitos, corrupção, desvios e desmandos. Como entender, por exemplo, que nossos parlamentares tenham se dado um 14° e 15° salários, sem escrúpulos. Além disso, o vício da corrupção, os esquemas tecidos nos bastidores, os conchavos para manter o poder e toda sorte de malfeitos assaltam a "coisa pública" (res publica). A impunidade tornou-se a regra diante das falcatruas tecidas até à luz do dia.

E o povo foi às ruas dizer pacificamente, em sua grande maioria, que "esta situação não dá mais". Nossos políticos, tão ágeis para garantir benesses pessoais, mostraram-se distantes das demandas reprimidas de nosso povo, há muito tempo latentes. Ou será que estes mesmos políticos, encastelados em suas mordomias, achavam que manipulariam o povo mais uma vez, incluindo o lenitivo, qual anestésico, de uma Copa da Confederações?

Esta é a hora de um grande aprendizado, criando mediações para uma política que resgate a Democracia com real participação do povo, pressupondo uma cidadania ativa e consciente. Nação que se preza respeita seus cidadãos, bota na cadeia os corruptos e ladrões de toda sorte e organiza o espaço que nos é comum por meio de ações políticas limpas, transparentes e participativas, fundadas no respeito da dignidade humana, na justiça e no bem comum.

A IMAGEM CRISTÃ DO SER HUMANO, SEGUNDO TOMÁS DE AQUINO - SETE TESES!


Por Jospeh Pieper

“Primeiramente, o cristão é um ser humano que – pela fé – interioriza a realidade do Deus trinitário. Em segundo lugar, o cristão direciona-se – na esperança – em direção à realização definitiva de seu ser na vida eterna. Em terceiro lugar, o cristão se orienta – pela virtude divina do amor – e por uma afirmação que ultrapassa toda força do amor natural, em direção a Deus e em direção ao próximo. Em quarto lugar, o cristão é prudente, isto é, ele não permite que o sim ou o não de sua vontade perturbe o olhar que ele tem da realidade; ele faz depender, antes, o sim e o não de sua vontade da veracidade das coisas, do que elas são realmente. Em quinto lugar, o cristão é justo, isto é, ele pode viver com o outro segundo a verdade; ele se compreende membro entre os outros membros da Igreja, do povo e de toda a comunidade. Em sexto lugar, o cristão é corajoso, isto é, ele está pronto a aceitar de ser ferido e, se for necessário, até morrer pela verdade e pela realização da justiça. Em sétimo lugar, o cristão mostra ser capaz de temperança, isto é, ele não permite que seu desejo de possessão e de gozo se tornem destruidores e contrários ao que o ser humano é na sua essência”.

PIEPER, Joseph. De l’image chrétienne de l’homme. Le Mont Pèlerin (Suisse): Éditions Raphaël, 2003, p. 15.